A imponência da arquitetura do Teatro Pedro II, ícone de Ribeirão Preto – SP, abriga artistas consagrados da nossa cultura mas, dessa vez, na mesma cidade, reconhecida outrora pelo café e, agora, pelas usinas de cana-de-açúcar, pela qualidade do chope e pelo título de "califórnia brasileira", apresentou-se em três atos a história de um grupo de empresários.
No início de 2001, João Coimbra fazia um balanço do seu varejo de materiais de construção.
Ele havia sido impulsionado por uma cidade com mais de 600.000 habitantes, cujo principal vetor era a constância de novos empreendimentos residenciais. Um mercado maduro que, nos últimos anos, havia atraído grandes e agressivas redes nacionais e internacionais. Com suas marcas fortes e com sua grande capacidade de investimento, as redes ameaçavam os pequenos e tradicionais lojistas da região.
Na mente de João Coimbra, uma pergunta não queria calar: como unir as forças dos empresários locais para que fosse possível sobreviver, competir e prosperar nesse cenário?